Mudando de blog..

•13/05/2009 • Deixe um comentário

Reversibilidade:

http://infernosdiarios.blogspot.com/

Os principais textos daqui estão lá!

Dias passam como nuvens

•23/04/2009 • Deixe um comentário

“Eu não tenho tempo… de me ouvir cantar. E eu não sei voar”

Zeca Baleiro

Provas na faculdade, Transferência USP, mudar de curso?, Direito, Gestão de Políticas Públicas, PUC, concurso público, Constituição, Bobbio, Dallari,  Amorim, Ariane, medo, tensão, violão, 18 anos, pão de queijo, cursinho, sem férias, promoção?: cabeça demasiada congestionada – vandâlos destruíram as placas de trânsito, por quais vielas meus pensamentos discutem a relação? Espero-os na esquina escuridão trazendo a claridade o mais breve possível: prováveis acidentes no farol da coerência.

Pode ser cruel

•14/04/2009 • Deixe um comentário

Da possibilidade.

Dado a desorientação dos meus pontos finais que insistem em seduzir as interrogações para ocuparem seu lugar, minhas conversas frequentemente terminam com a fracassada tentativa de remate. Mas tenho que aceitar esse acolhimento que nem sempre é dolorido, porque mais do que traída pela gramática,  sou traída pela minha conivência, fazendo a decisão ceder à renúncia e eu, que gosto é do gasto, repito as doses, reproduzo situações e ao desgastar as confissões de modo ligeiramente demasiado as faço me consumir.

 

 

Fina fera

•13/04/2009 • Deixe um comentário

“Magro (?) bicho, olho duro, espessa baba, latindo pra lua o seu capricho.”

É de uma saudade não eletrônica. Ainda pensa em estar perdida entre as pernas, adiou sentir aquele frêmito do incômodo que fazia bem, mas como um remédio antimonotonia ela permite que um quadrado virtual com sua imagem, seus movimentos e risos, o reapresente novamente, presente, mas não tanto como ela queria. Composto de elementos do Olimpo combinados de um mortal corpo vultoso, ele a deixa torta e a faz se queixar à lua, só a noite é que sabe que a vida não tem jeito.

É de uma truculência. Carne, corpo, carne. Os corpos sustentam o silêncio e evitam mentiras e falsas justificativas, não falam de nada, não falam, são bárbaros distantes de qualquer domesticação, permanecem no real estado de natureza do querer irracional. Ainda é cedo, continuam falando (e vendo…) o que não deviam.

 

Aa’ventania

•11/04/2009 • 1 Comentário

A sintonia que ultrapassa as fronteiras dos mil quilômetros cinzas de distância entre São Paulo e Goiânia faz-me ouvir a tua voz em cada vogal lida e teu silêncio em cada palavra ausente. Zeca uniu duas fãs, nós unimos duas almas. Ter uma fração da atenção dela já vale todos os anos de trabalho para o desenvolvimento da internet e da era virtualmente moderna, ela é mais que todas as notas de um violão, ele é canção, ela é canção.

Os dedos, envergonhados da responsabilidade de comentá-la, despedem-se.

cara, amiga demais, uai.

Nós

•03/04/2009 • 3 Comentários

Linda música…

CalendarNos miramos, nos admiramos. Nos sentimos, nos consentimos. Nos tentamos, nos contentamos. Nos captamos, nos capturamos. Nos rendemos, nos desprendemos. Nos colamos, nos descolamos. Nos levamos, nos revelamos. Nos abrimos, nos descobrimos.

Nos deitamos, nos deleitamos. Nos gostamos, nos degustamos. Nos provamos, nos aprovamos. Nos comemos, nos comovemos. Nos miramos, nos admiramos. Nos sentimos, nos consentimos. Nos tentamos, nos contentamos. Nos captamos, nos capturamos. Nos amamos, nos amarramos. Nos lançamos, nos enlaçamos.

Nos cedemos, nos excedemos.

Nos prendemos, nos surpreendemos.

Sérgio Britto

Uncool

•23/03/2009 • 1 Comentário

Faz algum tempo que eu ouvi uma música e me acabei de tanto rir, mas depois eu fui analisá-la e me deparei com um puta discurso sobre os pseudo-intelectuais.. sem mais, segue abaixo. Ah, pesquisar sobre o compositor João Brasilvale a pena.

João Brasil sobre um Supercool

Ele é bem falado nos lugares onde vai, sempre se encontra arrumado, meio cool, meio zen. Armações pretas e grossas de óculos têm, sempre muito educado não incomoda ninguém. Infância retardada gosta muito do passado, viciado em All star, atari e seriado. Faculdade Particular de cursos legais: Design, Comunicação, cinema, tanto faz. Ele gosta mesmo é de tirar fotografia num mochilão da Europa ou da América Latina ouvindo o seu Ipod, passando música pro laptop, atualizando o seu fotolog. Ele é moderno demais!

Sempre com um olhar blasé intelectual, só assiste filme cult, e cinema nacional, ele se gaba de sua autenticidade, mas como ele existem, milhões na sua cidade. Rock inglês do mês, música eletrônico alternativa, sempre muito antenado com o que não esta na grande midia. Finge que a televisão lhe causa sequela, mas conhece de cor o elenco da novela. Viaja pra lugares meio vazios que ainda não bombaram, mas está por um fio. Meio burguês, meio cosmopolita ele só quer o bem bom e vai vivendo bem na fita…

__________________________

Existe uma grande diferença entre forçar uma intelectualidade, principalmente para exibi-la, e entre desenvolvê-la naturalmente de acordo com a bagagem cultural e dividí-la com outras pessoas. Gosto do passado, tenho óculos de armação preta e grossa, ouço música no meu Ipod, gosto de cinema nacional, mas por favor, não me chame de cool. x[

Um passo em falso

•11/03/2009 • 4 Comentários

Não é preciso saber mais nada.

SHIFT-DELETE  no post.

Da nova ordem

•04/03/2009 • 3 Comentários

Bom, só agora que eu escrevo o primeiro post da mais nova estudante de Relações Internacionais da Anhembi Morumbi! Na verdade sou desde 13/02/2009 e viva ao PROUNI! Mas, deixando isso de lado, a partir de hoje não escreverei somente sobre os meus tantos desvarios.. postarei também sobre assuntos da minha área sempre que eu puder. Qualquer dia me pego pra comentar sobre o curso pra quem não tem nem a mínima idéia do que faz um Internacionalista (ou Inter-relacionista ou Analista Internacional, a nomeação depende e espero explicá-las). Segue abaixo uma atualidadezinha básica…

Hum, assuntos novos na nova ordem blogal, rsrs.

E não se irritem, com o tempo os meus comentários evoluem.. [ou regressam junto com o assunto.]

Reorganização de Gabinetes

Segunda-feira, Cuba.
A tal mudança “mais compacta e funcional”.
Lage e Pérez Roque, pra geladeira!!

Terça-feira, Venezuela.
Para tornar a administração mais eficaz na construção do bem-estar e do interesse coletivo que espera na fila não só do arroz branco.

É o que me convém

•11/02/2009 • 12 Comentários

- Sei não.

            O verão que chega à tarde me permite tantas exclamações, mas recusa-me uma única reticência, justa aquela que colocaria eternidade na nossa conversa e que a deixaria mística até a próxima estação. Pois bem, que sustentemos o alegórico que a compôs para que tenhamos por onde começar depois e um porque para não findá-la, uma vez que naquela noite que ficamos acordados a noite inteira – além e longe – você bem que ocupou os meus dias subseqüentes e distorceu a minha rotina, mas não tratou de calar a tua boca ao pé do meu ouvido e nem de calar a minha alma.

              Acordo e ao invés de revirar o teu cabelo reviro a última página daquele livro da Dickinson que você esqueceu aqui em casa, logo há um pouco de ti na minha cama nessa louca noite – e o que me conforta e me ergue não é o pouco que a tenho, mas a insanidade da noite, já que é algo tão maquinal a sua ausência e a presença daquela carta (me submergindo me devorando) que tenho que concordar com Rubem Alves quando me diz que você escreve para que eu fique sozinho, pra que eu leia sobre aquele momento que não existe mais.

            Deixo de lado esse acordar aborrecível, tento não lembrar daquela música, tento não levantar com o pé direito, tento não pensar no melhor, assim eu não me surpreendo ao ler o jornal com as previsíveis novidades. Mas há uma relutante esperança – de luto – em mim que ainda me faz indagar: será que a maldade já se jogou de um prédio ou então podemos deixar de carregar as cruzes das crises? Acordar é o primeiro passo, deixe-me lavar o rosto e ir trabalhar, tenho tantos pensamentos para pagar.

 
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